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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

USINAS TERMELÉTRICAS

quarta-feira, 4 de novembro de 2009 0
As usinas Termelétricas são instalações industriais usadas para gerar energia a partir da energia liberada em forma de calor, normalmente por meio da combustão de algum tipo de combustível, que pode ser renovável ou não renovável.

Geralmente funciona com algum tipo de combustível fóssil como gasolina, petróleo, gás natural ou carvão.
Chamam-se Termo-Elétricas por que são constituídas de 2 partes, uma térmica onde se produz muito vapor a altíssima pressão e outra elétrica onde se produz a eletricidade.
Existem vários tipos de usinas termoelétricas. Os processos de produção de energia são praticamente iguais porém, feitos com combustíveis diferentes. Alguns exemplos são:


  • Usina a óleo
  • Usina a gás (nesse caso usa-se gás natural, que é queimado, e com o calor produz energia)
  • Usina a carvão
  • Usina nuclear.
A geração de energia termelétrica, como qualquer outro tipo de geração de energia causa impactos ambientais.
Os contras ao que essa energia é fóssil e contribui para o desenvolvimento do aquecimento do planeta, liberando grande quantidade de oxidantes e redutores, causando chuva ácida, que se entrar em contato com o ser humano, pode causar doenças como diarréia.
O Brasil lança por ano 4,5 milhões de toneladas de carbono na atmosfera e com o aumento da construção de usinas termelétricas esse indicador chegará a 16 milhões em poucos anos.
Este tipo de energia era usado nos trens a vapor, onde através da queima do carvão e da produção do vapor, a “Maria Fumaça” se movia nos trilhos.


Termelétricas terão de plantar árvore para compensar a emissão de CO2

Diego Abreu

Do G1, em Brasília


O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou nesta segunda-feira (13) que as usinas termelétricas movidas a carvão e óleo terão que plantar árvores para compensar a emissão de dióxido de carbono (CO2) durante o processo de geração de energia elétrica.

As novas regras devem ser publicadas na edição de quarta-feira (15) do Diário Oficial da União. Segundo Minc, uma usina com capacidade para produzir 100 MW de energia (o suficiente para abastecer uma cidade de 200 mil habitantes) terá de plantar em média 600 mil árvores em uma área de 3 mil hectares, caso ela funcione três meses por ano. A norma, no entanto, só entrará em validade no momento da renovação da licença ambiental da usina.
Segundo o ministério do Meio Ambiente, das 1.242 usinas termelétricas do país, 70 movidas a óleo e carvão têm capacidade de produzir mais de 100 MW de energia. Porém, as termelétricas só costumam ser ligadas em épocas de estiagem, para que as hidrelétricas possam economizar águas de seus reservatórios.
A medida não vai atingir usinas a gás e nem usinas nucleares. Minc explicou que as primeiras não entraram na proposta, pois emitem quatro vezes menos CO2 que as demais. Já em relação às nucleares (Angra 1 e 2), ele explicou que essas usinas não são grandes emissoras de CO2, embora produzam lixo radiativo.
Minc explicou que o Programa de Mitigação nao significa compensação ambiental, mas o implemento de uma série de atividades para diminuir o impacto causado pela emissão de CO2. De acordo com as regras, no mínimo um terço do dióxido emitido deverá ser abatido com a plantação de árvores. Outros dois terços poderão ser “mitigados” com o uso da eficiência energética ou a energia limpa.
O texto da instrução normativa será enviado nesta semana para o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que é o órgão responsável por conceder licenças ambientais nos estados. A norma do Ibama atinge apenas as licenças federais.
“O importante é que temos que fazer o 'cumpra-se' do plano de mudanças climáticas. E esses compromissos não vão ficar no papel. Não é o planeta que tem que se adaptar às empresas, mas as empresas que têm que se aperfeiçoar para defender a vida no planeta”, disse Carlos Minc, durante entrevista coletiva nesta tarde, em Brasília.
Segundo o ministro, uma das intenções do Programa de Mitigação das Emissões de CO2 é o incentivo ao uso das energias renováveis. Ele também apontou como metas a diminuição dos impostos sobre a energia eólica e solar e o incentivo à energia limpa e menos onerosa. “O aquecimento global é a maior ameaça do planeta Terra”, disse Minc.
“Com a medida, ganhamos de várias formas. Aumentamos o reflorestamento, diminuímos as emissões, ampliamos a biodiversidade e reduzimos as áreas degradadas ao longo dos rios”, completou.

  • Cana
Carlos Minc destacou durante a entrevista que o governo lançará em breve o plano de expansão sem queimadas da cana de açúcar. “Não serão permitidas novas usinas na Amazônia e no Pantanal”, afirmou. “Lá fora tem muita gente criando barreiras ao etanol brasileiro, citando o meio ambiente. Mas excluindo a Amazônia e o Pantanal, estamos protegendo o etanol brasileiro.”
13/04/2009


VÍDEO SOBRE O DESLIGAMENTO DE TERMELÉTRICAS BRASILEIRAS:
Embora o vídeo não seja recente (09/01/2009) a matéria preve o que acontecera futuramente no fim do ano. (atualmente)


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Irã propõe grandes modificações em acordo nuclear da ONU

terça-feira, 3 de novembro de 2009 0
Da Reuters

Por Reza Derakhshi
TEERÃ (Reuters) - O Irã deu uma resposta formal nesta quinta-feira ao esboço de acordo sobre combustível nuclear proposto pela ONU, pedindo grandes modificações que podem afundar o plano, entre elas enviar seu urânio levemente enriquecido ao exterior em etapas e não de uma única vez, divulgou a mídia iraniana.
De acordo com a televisão estatal Alam, Teerã apresentou sua resposta ao chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mohamed ElBaradei. A agência nuclear da ONU confirmou o recebimento de uma "resposta inicial" de Teerã.
Em artigo que não cita suas fontes, o diário pró-governo Javan disse que o Irã quer fazer envios de urânio levemente enriquecido em etapas, para ser convertido em combustível para o reator de pesquisas de Teerã, e simultaneamente quer importar combustível enriquecido em grau mais alto para atender às necessidades do mesmo reator.
As condições colocadas provavelmente serão rejeitadas pelas potências ocidentais, que suspeitam que a República Islâmica esteja secretamente buscando dotar-se da capacidade de fabricar armas nucleares. Teerã diz que seu programa nuclear visa unicamente a geração de eletricidade.
Pelo esboço de acordo traçado pelo chefe da AIEA em conversações realizadas na semana passada entre o Irã e três grandes potências, Teerã transferiria para a Rússia em um só lote cerca de 75 por cento das 1,5 toneladas do urânio que se sabe que possui, para ser enriquecido em grau mais alto pela Rússia até o final deste ano, e então o transferiria para a França para ser convertido em chapas de combustível.


Estas chapas seriam devolvidas a Teerã para mover o reator de construção norte-americana que produz rádio-isótopos para o tratamento de câncer.


A participação dos EUA no acordo envolveria a modernização da segurança e instrumentação no reator, disseram autoridades iranianas.
  • RECUSA PROVÁVEL
É provável que as potências ocidentais rejeitem as emendas propostas por Teerã porque a prioridade delas é reduzir o estoque de urânio de baixo enriquecimento iraniano, para evitar o perigo de que o Irã possa convertê-lo no urânio altamente enriquecido necessário para a fabricação de uma bomba atômica.
O envio da maior parte do urânio ao exterior garantiria um prazo adicional de mais ou menos um ano para as negociações sobre a suspensão do enriquecimento no Irã em troca de incentivos para buscar uma solução de longo prazo à disputa nuclear.
As potências ocidentais vão considerar problemática a contra-oferta iraniana envolvendo importações de combustível, porque as sanções da ONU proíbem o comércio de materiais nucleares -- incluindo urânio enriquecido -- com Teerã.O Irã vê essas sanções como sendo ilegais e injustas.
O presidente Mahmoud Ahmadinejad reiterou na quinta-feira que o Irã não vai retroceder em seu direito a ter um programa nuclear soberano. Mas, disse ele em discurso em Mashhad, cidade do nordeste do país, "felizmente, foram preparadas as condições para uma cooperação internacional no campo nuclear."
"Saudamos a cooperação sobre combustível nuclear, usinas e tecnologia, e estamos dispostos a cooperar," disse ele, sem especificar se o Irã aceitaria o acordo ou exigiria modificações.
O esboço de acordo emergiu de conversações que se seguiram a uma reunião realizada em 1o de outubro em Genebra, onde o Irã também disse às seis grandes potências que abriria aos inspetores da ONU uma usina de enriquecimento cuja existência acabara de revelar.
Quatro inspetores seniores da AIEA retornaram a Viena na quinta após uma primeira visita ao local, e o chefe da equipe disse que "fizemos uma viagem boa," mas não deu maiores informações. Maiores detalhes provavelmente serão vistos no próximo relatório trimestral da AIEA sobre o Irã, que deve sair em meados de novembro.


USINAS NUCLEARES

A energia nuclear é a energia liberada durante a fissão ou fusão dos núcleos atômicos. As quantidades de energia são obtidas através de processos nucleares superam em muitas as que se pode obter por processos químicos, que só utilizam as regiões externas do átomo.





Uma das formas para utilizar a energia nuclear é convertê-la em calor, formando uma fusão nuclear, onde o núcleo atômico se subdivide em duas ou mais fusão nuclear, na qual ao menos dois núcleos atômicos se unem para produzir um novo núcleo.


O calor gerado no núcleo do reator aquece a água do circuito primário. Esta água circula pelos tubos de um equipamento chamado Gerador de Vapor. A água de um outro circuito em contato com os tubos do Gerador de Vapor se vaporiza a alta pressão, fazendo gerar um conjunto de turbinas que tem juntado ao seu gerador elétrico. O movimento do gerador elétrico produz a energia, entregue ao sistema para distribuição.


Histórico do seu uso:


A tecnologia nuclear é perigosa, já causou acidentes graves como o de Three Mile Island (EUA) e Chernobil (Ucrânia), com milhares de mortes e enfermidades decorrentes desses acidentes, além da perda de grandes áreas. A utilização desse tipo de tecnologia continua apresentando graves riscos para toda a humanidade.


O ataque nuclear em Hiroshima e Nagasaki marcou a primeira e única vez em que armas atômicas foram usadas deliberadamente contra seres humanos. Mais de 100 mil pessoas morreram nos ataques de 6 a 9 de Agosto de 1945 e outros milhares morreram nos anos seguintes vítimas das complicações da radiação.


Desastres Nucleares:


  • Chernobyl:


  • O que é uma Bomba Nuclear ou Bomba Atômica?


Uma bomba atômica é uma arma explosiva cuja energia deriva de uma reação nuclear e tem um poder destrutivo imenso uma única bomba é capaz de destruir uma cidade inteira. Bombas atômicas só foram usadas duas vezes em guerra, pelos Estados Unidos contra o Japão nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, durante a Segunda Guerra Mundial. Como também já foi utilizada por vários países para fazer testes verificando sua potência explosiva.


Em 30 anos o uso dessa prática saltou de ,1% para 17% da energia consumida pela Europa., aproximando-se pela porcentagem produzida pelas hidrelétricas. De acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) no final de 1998 havia 434 usinas nucleares em 32 países e 36 unidades sendo construídas em 15 países. A decisão de construir usinas depende em grande parte dos custos de produção da energia nuclear.
No dia 26 de abril de 1986, um experimento feito, junto a problemas estruturais da usina e outros fatores, causou a explosão do quarto reator de Chernobyl. Cerca de 31 pessoas morreram na explosão e durante o combate ao incêndio. Outras centenas faleceram depois, por causa da exposição aguda à radioatividade, num grau 400 vezes maior que o da bomba de Hiroshima.
No Brasil existem as Usinas Nucleares Angra 1 e 2, e ja esta em fase de construção a Usina NUclear Angra 3, ao lado das outras duas. Ficam localizadas em Angra dos Reis, litoral sul do RIo de Janeiro, é responsável por geral energia para quase todo o estado.



A principal vantagem da energia nuclear obtida por fusão é a não utilização de combustíveis fósseis, não lançando na atmosfera gases tóxicos, e não sendo responsável pelo aumento do efeito estufa.




Os contras do uso dessa energia é que ela produz lixo radioativo que não pode ser depositado em qualquer lugar. E até que ele se decomponha por inteiro leva em médio 10 mil anos.
















Confira abaixo vídeos sobre o assunto, exibidos no programa Globo Ecologia pela Rede Globo.


  • Parte 1:

 
  • Parte 2:

Setor de energia hidrelétrica teme futuro sem geleiras

Plantão

Publicada em 22/10/2009 às 15h07m
Por Emma Thomasson


GELEIRA DO RHONE, Suíça (Reuters) –
Na geleira situada na nascente do rio Rhone, o glaciologista Andreas Bauder se coloca ao lado de uma estaca de 3 metros de altura enfiada no gelo e aponta para algum lugar acima da cabeça.
"Isso é aproximadamente o derretimento de um mês", diz ele, enquanto seus colegas cientistas perfuram o gelo. "Eu tenho uns 2 metros de altura".
Do Himalaia aos Andes, geleiras que derretem com rapidez representam oportunidades no curto prazo - e riscos no longo prazo - para a energia hidrelétrica e para a indústria da construção civil e o setor de engenharia impulsionados por ela.
A energia hidrelétrica, que é a forma de energia renovável mais usada no mundo, supre mais da metade das necessidades energéticas da Suíça. À medida que os verões trazem a seca e recedem as geleiras (que ajudam a mover as turbinas com as águas de degelo), essa parcela deve cair.
Um estudo feito pela universidade técnica EPFL, de Lausanne, prevê um declínio da hidroeletricidade de 46 por cento até 2035 dos cerca de 60 por cento atuais, à medida que a precipitação diminuir e o uso mundial de energia aumentar.
Da mesma forma que o Himalaia é a "caixa d'água da Ásia", a Suíça é a fonte dos maiores rios da Europa, sustentando agricultura e hidrovias e resfriando reatores nucleares.
A água escorre pelas fendas brancas e azuladas e o gelo racha e estala enquanto Bauder - que passa entre 20 e 30 dias por ano trabalhando nas geleiras suíças para a universidade técnica de Zurique - explica que a maior parte da imensa geleira do Rhone terá desaparecido até o final do século.
"A natureza pode se adaptar às circunstâncias", disse ele. "Mas as pessoas são muito mais frágeis com relação às condições de vida".
Mais de um bilhão de pessoas no mundo vivem em bacias hidrográficas abastecidas por geleiras ou pelo derretimento da neve.
As geleiras vêm recuando de forma drástica desde o fim da Pequena Era do Gelo, no século 19, em especial no Himalaia, onde abastecem rios como o Mekong e o Yang-tsé e garantem água e energia para economias de rápido crescimento.
A falta de água para a energia hidrelétrica já é "crítica" na Bolívia, no Peru, na Colômbia e no Equador, de acordo com o Painel Intergovernamental de Mudança Climática da Organização das Nações Unidas (ONU), que também vê riscos ao abastecimento de água no sul da Califórnia, decorrente da perda da banquisa de Sierra Nevada e da bacia do rio Colorado. Na Europa, 20 por cento da eletricidade vem da água.
Bauder aponta para uma área de terra pedregosa e pequenos lagos além da geleira do Rhone:
"Quando eu era um garoto, lembro que a geleira era bem maior".

domingo, 1 de novembro de 2009

USINAS HIDRELÉTRICAS

domingo, 1 de novembro de 2009 0


A água das represas possui uma energia chamada potencial gravitacional, que é convertida em energia cinética. A energia cinética, é transferida às turbinas que movimentam o gerador, e o gerador converte a energia cinética energia elétrica, que será enviada através de condutores até o fim. O Brasil possui muitas usinas hidrelétricas, mas as que mais se destacam na geração de energia são: Três Marias, na Bacia do São Francisco, Usinas de Salto Grande, Mascarenhas, no Rio Doce e Itaipu, na bacia do Rio Paraná. Atualmente, a maior usina hidrelétrica do mundo é a Usina de Itaipu, localizada no sul do Brasil.


Como todo empreendimento energético as Usinas Hidrelétricas também causam impactos ambientais: o rio represado pode ter seu curso mudado, o nível do rio pode aumentar trazendo a possibilidade de que a fauna e a flora local seja devastada. De qualquer forma é um meio de energia barato que pode levar energia a várias cidades e que traz menos impactos ambientais que a energia nuclear (lixo radioativo) e a queima do petróleo ou do carvão.

Esse tipo de energia responde por apenas 2,5% do total da energia usada no mundo e 15% da eletricidade gerada no mundo são naturais dessa fonte. Diante desses percentuais, nota-se que a participação desse tipo de geração de energia ainda é modesta. O início da utilização dessa fonte de energia ocorreu por volta de 1860, na Europa. No entanto, o seu uso foi realmente difundido após a Segunda Guerra Mundial, quando inúmeras usinas foram construídas.

Confira abaixo um vídeo do site Howstuffworks pertencente ao UOL educação:


  • Parte única:









 
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